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DICAS
CULTURAIS 7ºano E.F.II |
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"Nós
só queremos convidar você a descobrir um mundo maravilhoso,
dentro do mundo em que você vive. Esse mundo é a leitura.
Está à disposição de qualquer um, mas nem
toda gente sabe que ele existe, e por isso pode sentir o prazer que
ele dá.” (Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga em: Para Gostar de Ler – Crônicas – vol. 1) |
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• De repente, dá certo, de Ruth Rocha - Salamandra
Beatriz e Pedro são dois adolescentes filhos de pais separados. Seus pais se casam
novamente, Formam novas famílias. Há muita dificuldade de adaptação à nova
situação. Mas, aos poucos, Beatriz e Pedro vão descobrindo que, de repente dá certo.
• Receitas de Olhar, de Roseana Murray - FTD
Poemas que convidam o leitor a um novo olhar sobre o real, mais atento e sensível...
• Histórias de Humor – Contos e Crônicas / Série Diálogo - Scipione
Contos e Crônicas
Para os pais e responsáveis:
• A distância entre nós, de Thrity Umrigar – Nova Fronteira
A distância entre nós, romance da jornalista indiana Thrity Umrigar, é apresentado ao leitor como uma complexa encruzilhada de semelhanças e diferenças entre Bhima, a empregada, e Sera, a patroa. Distantes pelas diferenças entre classes, elas se aproximam na condição de mulheres oprimidas, que dedicaram as vidas para cuidar dos outros. O leitor acompanha o cotidiano das duas como senhoras maduras e, na narrativa em flashback, percebe como estas existências vão se construindo juntas, sempre alimentadas por uma relação de atração e repulsa.
• Para não dizer adeus, de Lya Luft - Record
Em PARA NÃO DIZER ADEUS, Lya Luft desnuda - desta vez em versos - os mais profundos sentimentos humanos: a solidão, a morte, o amor, o vício, o assombramento e o desencontro. Entre poemas antigos e inéditos (em sua maioria), Lya Luft mostra algumas de suas várias faces e retoma, com extrema delicadeza, alguns dos principais temas de sua prosa.
• O silêncio da chuva, de Luiz Alfredo Garcia-Roza –Cia das Letras
No centro do Rio de Janeiro um executivo é encontrado morto com um tiro, sentado ao volante de seu carro. Além do tiro, único e definitivo, não há outros sinais de violência. É um morto de indiscutível compostura. Mas isso não ajuda: ninguém viu nada, ninguém ouviu nada.O policial encarregado do caso, inspetor Espinosa, costuma refletir sobre a vida (e a morte) olhando o mar sentado em um banco da praça Mauá. No momento tem muito sobre o que refletir. De um lado, um morto surgido num edifício-garagem; de outro, a incessante multiplicação de protagonistas do drama. Tudo se complica quando ocorre outro assassinato e pessoas começam a sumir.