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DICAS
CULTURAIS 6ºano E.F.II |
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LIVRO: a troca
Pra
mim, livro é vida; desde muito pequena os livros me deram casa
e comida. |
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• Luana adolescente, Lua crescente, de Sylvia Orthof - Nova Fronteira
Luana tem, como todo adolescente, seus segredos e seus amores. Seu diário secretíssimo - que não deve ser lido por garotos - é cobiçado por aqueles que procuram entender todas as "luas" de Luana, que a tornam tão mutante, misturando realidade e fantasia. Prêmio Adolfo Aizen, da UBE. Livro Altamente recomendável para o jovem pela FNLIJ.
• O Menino do Dedo Verde, de Maurice Druon - José Olympio
Tistu é o menino do dedo verde nessa bela história de Maurice Druon, recheada de humor e poesia. Trata-se de um dos maiores clássicos infanto-juvenis da literatura mundial.
• O Silêncio dos Descobrimentos, de Roseana Murray - Paulus Editora
Este livro, através de poemas, anotações e imagens, oferece subsídios para as pessoas que querem descobrir melhor o mundo e a si mesmos. Todos nós corremos o risco de passar pela vida sem descobrirmos as coisas e as pessoas. Ver superficialmente não é descobrir. Cada ser guarda consigo um mistério e as coisas simples podem tornar-se muito mais significativas quando contempladas. Cada coisa e, principalmente, cada pessoa, possui suas particularidades e diferenças.
Para os pais e responsáveis:
• A distância entre nós, de Thrity Umrigar – Nova Fronteira
A distância entre nós, romance da jornalista indiana Thrity Umrigar, é apresentado ao leitor como uma complexa encruzilhada de semelhanças e diferenças entre Bhima, a empregada, e Sera, a patroa. Distantes pelas diferenças entre classes, elas se aproximam na condição de mulheres oprimidas, que dedicaram as vidas para cuidar dos outros. O leitor acompanha o cotidiano das duas como senhoras maduras e, na narrativa em flashback, percebe como estas existências vão se construindo juntas, sempre alimentadas por uma relação de atração e repulsa.
• O silêncio da chuva, de Luiz Alfredo Garcia-Roza –Cia das Letras
No centro do Rio de Janeiro um executivo é encontrado morto com um tiro, sentado ao volante de seu carro. Além do tiro, único e definitivo, não há outros sinais de violência. É um morto de indiscutível compostura. Mas isso não ajuda: ninguém viu nada, ninguém ouviu nada.O policial encarregado do caso, inspetor Espinosa, costuma refletir sobre a vida (e a morte) olhando o mar sentado em um banco da praça Mauá. No momento tem muito sobre o que refletir. De um lado, um morto surgido num edifício-garagem; de outro, a incessante multiplicação de protagonistas do drama. Tudo se complica quando ocorre outro assassinato e pessoas começam a sumir.